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O lançamento do DVD/Blu-Ray “Michael Jackson’s This Is It”

janeiro 28, 2010

Antes que você leia a minha experiência com o filme, assista a esta recente divulgação (com aqueles presidiários filipinos) para a venda do DVD/Blu-Ray do Rei do Pop:
“Não quero ser enterrado, quero viver para sempre.” Cena do “Vivendo com Michael Jackson” documentário em que o Rei responde ao ser indagado se seria enterrado em um sarcófago que comprou. Se havia então uma forma de viver para sempre, a obra “Michael Jackson’s This Is It” nos traz o que seria o retorno do Rei do Pop e a capacidade de mostrar um livro todo de biografia simbólica com cara de “Making Of” recheado com uma simples mensagem.
Diante do olhar sob aquele que move a existência de um novo formato de show, a lente compartilha um fato que todas as inovações audiovisuais produzidas durante o topo da carreira do Rei do Pop poderiam ser reinventadas, diga-se: o espetáculo; primeiramente com o anúncio aos fãs de uma turnê com as músicas favoritas destes, logo, uma seleção de elenco, a montagem do local para os ensaios, e por todo instante, a figura de Michael em assinatura única do que várias vezes chamamos de “feito só para ele”.
Para a cena em que o elenco de dançarinos são escolhidos, se trabalhada de forma mais longa, até daria um bom reality show, mas sob um único ponto de vista, singelo e objetivo naqueles que escolhia, e justo ele, o Rei, quem escolheu a dedo as “extensões do corpo dele”, citado por Kenny Ortega durante a seqüência. Vemos ali o quanto aquela escolha seria tão importante na carreira de cada dançarino, até mesmo pelos depoimentos deles, e assim, percebemos o quanto todos se empenharam nos ensaios, afinal, são coreografias que inspiraram o mundo todo.
Algumas décadas atrás, enquanto Jackson 5, a única coisa que os cinco irmãos precisavam eram surpresas, pois era fácil perceber o aspecto “ensaiado”, mesmo assim, depois de um tempo, com o problema sanado no auge do Rei do Pop, e agora com “That Is It”, que mostra os ensaios do que seria o retorno do astro, não perdemos a surpresa diante do desafio de reinventar o próprio show. É então colocado a prova, logo, podemos conferir efeitos interessantes de mistura de cenas produzidas em estúdios, com finalizações impressionantes de pós-produção que serão somadas ao instante do show, como na faixa de “They Don’t Care About Us”, ao contrário daquele vídeo clipe gravado no Rio de Janeiro, alguns soldados armados são filmados em formação de marcha, e assim multiplicados “ao infinito”. Enfim, diante desses efeitos de palco e visuais, podemos conferir intervenções muito bem trabalhadas com fogos, explosões, e até mesmo com uma escavadeira em “Earth Song”, e claro a grande surpresa do show: Thriller, em seu formato de extremo perfeccionismo de detalhes de maquiagem dos monstros, a utilização da tecnologia 3d e uma forma bem diferente do Rei do Pop aparecer.
Um ponto importante é como Michael e Ortega trabalham de forma harmônica, percebendo o respeito de ambos, com Kenny sempre dando sugestões do que ser feito, e o Michael dando as suas valiosas opiniões sobre o que gosta e o que não gosta. Tal harmoniosa relação é percebida com aqueles com quem o astro canta e dança ali no palco, como a guitarrista, o tempo todo incentivada a “dar o melhor” dela, assim como, o diretor musical, que recebe sempre alguns pedidos de Michael quanto a fidelidade com as faixas de seus respectivos álbuns originais, assim o astro mostra o conhecimento de ritmo temporal na construção de uma música, e claramente, a imensa responsabilidade do Rei com o seu público, aquelas músicas escolhidas pelos fãs. Logo, vemos Michael em pleno meio centenário de vida dar sempre o melhor de si, com algumas criações, coreografias recicladas e renovadas a cada ensaio, enfim, performances jamais vistas.
Talvez alguns falem da obra como uma unidade física de película cinematográfica, citando alguns defeitos técnicos, como de montagens e até de filmagens, mas ao olharmos delicadamente poderemos perceber que a linguagem de “Making Of”, com suas câmeras arrastadas, tremidas ou até com filmadoras de mão, lembram muito como são feitos alguns vídeos de sucesso na web, sejam virais ou pessoais, e que possuem então uma quantidade de visualizações por seu conteúdo, digo: os erros são despercebidos já que os fãs querem ver o ídolo do Pop, um conteúdo por si só “viral” demais pelo seu tempo de existência e extrapolado a qualquer tipo de contador de visualizações, e finalmente, original o suficiente para mostrar que veio ao mundo para de fato deixar uma mensagem em sua forma mais espetacular de show: amor e respeito.

“Não quero ser enterrado, quero viver para sempre.” Cena do “Vivendo com Michael Jackson” documentário em que o Rei responde ao ser indagado se seria enterrado em um sarcófago que comprou. Se havia então uma forma de viver para sempre, a obra “Michael Jackson’s This Is It” nos traz o que seria o retorno do Rei do Pop e a capacidade de mostrar um livro todo de biografia simbólica com cara de “Making Of” recheado com uma simples mensagem.Diante do olhar sob aquele que move a existência de um novo formato de show, a lente compartilha um fato que todas as inovações audiovisuais produzidas durante o topo da carreira do Rei do Pop poderiam ser reinventadas, diga-se: o espetáculo; primeiramente com o anúncio aos fãs de uma turnê com as músicas favoritas destes, logo, uma seleção de elenco, a montagem do local para os ensaios, e por todo instante, a figura de Michael em assinatura única do que várias vezes chamamos de “feito só para ele”.Para a cena em que o elenco de dançarinos são escolhidos, se trabalhada de forma mais longa, até daria um bom reality show, mas sob um único ponto de vista, singelo e objetivo naqueles que escolhia, e justo ele, o Rei, quem escolheu a dedo as “extensões do corpo dele”, citado por Kenny Ortega durante a seqüência. Vemos ali o quanto aquela escolha seria tão importante na carreira de cada dançarino, até mesmo pelos depoimentos deles, e assim, percebemos o quanto todos se empenharam nos ensaios, afinal, são coreografias que inspiraram o mundo todo.Algumas décadas atrás, enquanto Jackson 5, a única coisa que os cinco irmãos precisavam eram surpresas, pois era fácil perceber o aspecto “ensaiado”, mesmo assim, depois de um tempo, com o problema sanado no auge do Rei do Pop, e agora com “That Is It”, que mostra os ensaios do que seria o retorno do astro, não perdemos a surpresa diante do desafio de reinventar o próprio show. É então colocado a prova, logo, podemos conferir efeitos interessantes de mistura de cenas produzidas em estúdios, com finalizações impressionantes de pós-produção que serão somadas ao instante do show, como na faixa de “They Don’t Care About Us”, ao contrário daquele vídeo clipe gravado no Rio de Janeiro, alguns soldados armados são filmados em formação de marcha, e assim multiplicados “ao infinito”. Enfim, diante desses efeitos de palco e visuais, podemos conferir intervenções muito bem trabalhadas com fogos, explosões, e até mesmo com uma escavadeira em “Earth Song”, e claro a grande surpresa do show: Thriller, em seu formato de extremo perfeccionismo de detalhes de maquiagem dos monstros, a utilização da tecnologia 3d e uma forma bem diferente do Rei do Pop aparecer.Um ponto importante é como Michael e Ortega trabalham de forma harmônica, percebendo o respeito de ambos, com Kenny sempre dando sugestões do que ser feito, e o Michael dando as suas valiosas opiniões sobre o que gosta e o que não gosta. Tal harmoniosa relação é percebida com aqueles com quem o astro canta e dança ali no palco, como a guitarrista, o tempo todo incentivada a “dar o melhor” dela, assim como, o diretor musical, que recebe sempre alguns pedidos de Michael quanto a fidelidade com as faixas de seus respectivos álbuns originais, assim o astro mostra o conhecimento de ritmo temporal na construção de uma música, e claramente, a imensa responsabilidade do Rei com o seu público, aquelas músicas escolhidas pelos fãs. Logo, vemos Michael em pleno meio centenário de vida dar sempre o melhor de si, com algumas criações, coreografias recicladas e renovadas a cada ensaio, enfim, performances jamais vistas.Talvez alguns falem da obra como uma unidade física de película cinematográfica, citando alguns defeitos técnicos, como de montagens e até de filmagens, mas ao olharmos delicadamente poderemos perceber que a linguagem de “Making Of”, com suas câmeras arrastadas, tremidas ou até com filmadoras de mão, lembram muito como são feitos alguns vídeos de sucesso na web, sejam virais ou pessoais, e que possuem então uma quantidade de visualizações por seu conteúdo, digo: os erros são despercebidos já que os fãs querem ver o ídolo do Pop, um conteúdo por si só “viral” demais pelo seu tempo de existência e extrapolado a qualquer tipo de contador de visualizações, e finalmente, original o suficiente para mostrar que veio ao mundo para de fato deixar uma mensagem em sua forma mais espetacular de show: amor e respeito.

Trailer:

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Cruassinado por Whyfred

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