Archive for the ‘Publicidade’ Category

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Todas as marcas do mundo em um lugar só

fevereiro 4, 2010

“Tudo junto e misturado.” Já diziam alguns por aí. E àqueles viciados em marcas, estampados pelas ruas como divulgadores ambulantes, aqui vai um emaranhado de logos. Uma obra audiovisual que está concorrendo ao Oscar de Melhor Curta em Animação, Logorama, é assim que se chama, cheio de ação, mas não sei explicar se “todas” as marcas trazem a própria imagem, mas para o McDonalds… Assista:

Cruassinado por Whyfred

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O lançamento do DVD/Blu-Ray “Michael Jackson’s This Is It”

janeiro 28, 2010
Antes que você leia a minha experiência com o filme, assista a esta recente divulgação (com aqueles presidiários filipinos) para a venda do DVD/Blu-Ray do Rei do Pop:
“Não quero ser enterrado, quero viver para sempre.” Cena do “Vivendo com Michael Jackson” documentário em que o Rei responde ao ser indagado se seria enterrado em um sarcófago que comprou. Se havia então uma forma de viver para sempre, a obra “Michael Jackson’s This Is It” nos traz o que seria o retorno do Rei do Pop e a capacidade de mostrar um livro todo de biografia simbólica com cara de “Making Of” recheado com uma simples mensagem.
Diante do olhar sob aquele que move a existência de um novo formato de show, a lente compartilha um fato que todas as inovações audiovisuais produzidas durante o topo da carreira do Rei do Pop poderiam ser reinventadas, diga-se: o espetáculo; primeiramente com o anúncio aos fãs de uma turnê com as músicas favoritas destes, logo, uma seleção de elenco, a montagem do local para os ensaios, e por todo instante, a figura de Michael em assinatura única do que várias vezes chamamos de “feito só para ele”.
Para a cena em que o elenco de dançarinos são escolhidos, se trabalhada de forma mais longa, até daria um bom reality show, mas sob um único ponto de vista, singelo e objetivo naqueles que escolhia, e justo ele, o Rei, quem escolheu a dedo as “extensões do corpo dele”, citado por Kenny Ortega durante a seqüência. Vemos ali o quanto aquela escolha seria tão importante na carreira de cada dançarino, até mesmo pelos depoimentos deles, e assim, percebemos o quanto todos se empenharam nos ensaios, afinal, são coreografias que inspiraram o mundo todo.
Algumas décadas atrás, enquanto Jackson 5, a única coisa que os cinco irmãos precisavam eram surpresas, pois era fácil perceber o aspecto “ensaiado”, mesmo assim, depois de um tempo, com o problema sanado no auge do Rei do Pop, e agora com “That Is It”, que mostra os ensaios do que seria o retorno do astro, não perdemos a surpresa diante do desafio de reinventar o próprio show. É então colocado a prova, logo, podemos conferir efeitos interessantes de mistura de cenas produzidas em estúdios, com finalizações impressionantes de pós-produção que serão somadas ao instante do show, como na faixa de “They Don’t Care About Us”, ao contrário daquele vídeo clipe gravado no Rio de Janeiro, alguns soldados armados são filmados em formação de marcha, e assim multiplicados “ao infinito”. Enfim, diante desses efeitos de palco e visuais, podemos conferir intervenções muito bem trabalhadas com fogos, explosões, e até mesmo com uma escavadeira em “Earth Song”, e claro a grande surpresa do show: Thriller, em seu formato de extremo perfeccionismo de detalhes de maquiagem dos monstros, a utilização da tecnologia 3d e uma forma bem diferente do Rei do Pop aparecer.
Um ponto importante é como Michael e Ortega trabalham de forma harmônica, percebendo o respeito de ambos, com Kenny sempre dando sugestões do que ser feito, e o Michael dando as suas valiosas opiniões sobre o que gosta e o que não gosta. Tal harmoniosa relação é percebida com aqueles com quem o astro canta e dança ali no palco, como a guitarrista, o tempo todo incentivada a “dar o melhor” dela, assim como, o diretor musical, que recebe sempre alguns pedidos de Michael quanto a fidelidade com as faixas de seus respectivos álbuns originais, assim o astro mostra o conhecimento de ritmo temporal na construção de uma música, e claramente, a imensa responsabilidade do Rei com o seu público, aquelas músicas escolhidas pelos fãs. Logo, vemos Michael em pleno meio centenário de vida dar sempre o melhor de si, com algumas criações, coreografias recicladas e renovadas a cada ensaio, enfim, performances jamais vistas.
Talvez alguns falem da obra como uma unidade física de película cinematográfica, citando alguns defeitos técnicos, como de montagens e até de filmagens, mas ao olharmos delicadamente poderemos perceber que a linguagem de “Making Of”, com suas câmeras arrastadas, tremidas ou até com filmadoras de mão, lembram muito como são feitos alguns vídeos de sucesso na web, sejam virais ou pessoais, e que possuem então uma quantidade de visualizações por seu conteúdo, digo: os erros são despercebidos já que os fãs querem ver o ídolo do Pop, um conteúdo por si só “viral” demais pelo seu tempo de existência e extrapolado a qualquer tipo de contador de visualizações, e finalmente, original o suficiente para mostrar que veio ao mundo para de fato deixar uma mensagem em sua forma mais espetacular de show: amor e respeito.

“Não quero ser enterrado, quero viver para sempre.” Cena do “Vivendo com Michael Jackson” documentário em que o Rei responde ao ser indagado se seria enterrado em um sarcófago que comprou. Se havia então uma forma de viver para sempre, a obra “Michael Jackson’s This Is It” nos traz o que seria o retorno do Rei do Pop e a capacidade de mostrar um livro todo de biografia simbólica com cara de “Making Of” recheado com uma simples mensagem.Diante do olhar sob aquele que move a existência de um novo formato de show, a lente compartilha um fato que todas as inovações audiovisuais produzidas durante o topo da carreira do Rei do Pop poderiam ser reinventadas, diga-se: o espetáculo; primeiramente com o anúncio aos fãs de uma turnê com as músicas favoritas destes, logo, uma seleção de elenco, a montagem do local para os ensaios, e por todo instante, a figura de Michael em assinatura única do que várias vezes chamamos de “feito só para ele”.Para a cena em que o elenco de dançarinos são escolhidos, se trabalhada de forma mais longa, até daria um bom reality show, mas sob um único ponto de vista, singelo e objetivo naqueles que escolhia, e justo ele, o Rei, quem escolheu a dedo as “extensões do corpo dele”, citado por Kenny Ortega durante a seqüência. Vemos ali o quanto aquela escolha seria tão importante na carreira de cada dançarino, até mesmo pelos depoimentos deles, e assim, percebemos o quanto todos se empenharam nos ensaios, afinal, são coreografias que inspiraram o mundo todo.Algumas décadas atrás, enquanto Jackson 5, a única coisa que os cinco irmãos precisavam eram surpresas, pois era fácil perceber o aspecto “ensaiado”, mesmo assim, depois de um tempo, com o problema sanado no auge do Rei do Pop, e agora com “That Is It”, que mostra os ensaios do que seria o retorno do astro, não perdemos a surpresa diante do desafio de reinventar o próprio show. É então colocado a prova, logo, podemos conferir efeitos interessantes de mistura de cenas produzidas em estúdios, com finalizações impressionantes de pós-produção que serão somadas ao instante do show, como na faixa de “They Don’t Care About Us”, ao contrário daquele vídeo clipe gravado no Rio de Janeiro, alguns soldados armados são filmados em formação de marcha, e assim multiplicados “ao infinito”. Enfim, diante desses efeitos de palco e visuais, podemos conferir intervenções muito bem trabalhadas com fogos, explosões, e até mesmo com uma escavadeira em “Earth Song”, e claro a grande surpresa do show: Thriller, em seu formato de extremo perfeccionismo de detalhes de maquiagem dos monstros, a utilização da tecnologia 3d e uma forma bem diferente do Rei do Pop aparecer.Um ponto importante é como Michael e Ortega trabalham de forma harmônica, percebendo o respeito de ambos, com Kenny sempre dando sugestões do que ser feito, e o Michael dando as suas valiosas opiniões sobre o que gosta e o que não gosta. Tal harmoniosa relação é percebida com aqueles com quem o astro canta e dança ali no palco, como a guitarrista, o tempo todo incentivada a “dar o melhor” dela, assim como, o diretor musical, que recebe sempre alguns pedidos de Michael quanto a fidelidade com as faixas de seus respectivos álbuns originais, assim o astro mostra o conhecimento de ritmo temporal na construção de uma música, e claramente, a imensa responsabilidade do Rei com o seu público, aquelas músicas escolhidas pelos fãs. Logo, vemos Michael em pleno meio centenário de vida dar sempre o melhor de si, com algumas criações, coreografias recicladas e renovadas a cada ensaio, enfim, performances jamais vistas.Talvez alguns falem da obra como uma unidade física de película cinematográfica, citando alguns defeitos técnicos, como de montagens e até de filmagens, mas ao olharmos delicadamente poderemos perceber que a linguagem de “Making Of”, com suas câmeras arrastadas, tremidas ou até com filmadoras de mão, lembram muito como são feitos alguns vídeos de sucesso na web, sejam virais ou pessoais, e que possuem então uma quantidade de visualizações por seu conteúdo, digo: os erros são despercebidos já que os fãs querem ver o ídolo do Pop, um conteúdo por si só “viral” demais pelo seu tempo de existência e extrapolado a qualquer tipo de contador de visualizações, e finalmente, original o suficiente para mostrar que veio ao mundo para de fato deixar uma mensagem em sua forma mais espetacular de show: amor e respeito.

Trailer:

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Cruassinado por Whyfred

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“Hohoho” é o som do 1o Branded

dezembro 9, 2009

-Vamos criar um entretenimento de marca?

-Mas essa estratégia é nova?

-É sim!

Hum… Diria eu que não tão nova assim. O formato de experiência de marca conhecido como Branded Entertainment (sabe aquele famoso “merchan” escrachado no meio das novelas? “Noooossaa, é tão bom esse Nescau!”) teve seu início não apenas nas novelas norte-americanas dos anos 50, mas em um pequeno detalhe despercebido por muitos: o Natal.

O Papai-Noel como conhecemos só existe graças a Coca-cola (o que não é novidade), mas aquela antiga cultura de um bom velhinho acerbispo de roupa verde e marrom foi transformado e utilizado de forma comercial, e desenhado em um novo formato “vermelho” foi a primeira mensagem de Branded Entertainment. Alguém discorda? Então eu digo, isso tudo, o branded do Noe, veio ao longo do tempo tomando nossas vidas, e mais uma vez, estamos em Dezembro, o mês em que o bom velhinho ganha tantos empregos, não só nos Shoppings Centers, mas em várias outras marcas. Seria então todas essas aplicações uma dominação? Deixamos a conspiração de lado e aprendemos com essa fantástica marca: SEJA INTELIGENTE E DISCRETO NO SEU BRANDED

Cruassinado por Whyfred

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A Brahma deu RT mais descarado de todos os tempos na Skol.

novembro 29, 2009

Olhando pela internet me deparei com um excelente blog

http://kafecomsuku.blogspot.com/

Eis que tem-se o lançamento da cerveja brahma no Perú.
Os criativos de lá precisam soltar mais a franga !

http://www.youtube.com/watch?v=IOK62mZsCcI&feature=player_embedded

Cruassinado por Tarik Frank

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Categoria “Ahn?”

novembro 21, 2009

Amido de Milho? Ahn? Hastes flexiveis? Ahn? Isotônico? É assim quando percebemos que uma marca/nome de um produto transformou-se em sua própria categoria. Em um trabalho de projeto interdisciplinar foi mais fácil deixar entre parênteses em nossa pesquisa: você já tomou isotônico (Gatorade). Opa, e aqui eu vejo um potencial, todo mundo conhece, quase todos já tomaram, diria, 98%, hum… Cabível não? Para ilustrar o quanto essa marca é bem posicionada, deixo aqui duas das inúmeras peças de qualidade (alguém conhece esse garoto na foto?):

Cruassinado por Whyfred

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Participe do nosso Banco de Inspiração

outubro 24, 2009

Um grupo de arquivos interessantes e criativos selecionados para um banco de imagem/inspiração. Compartilhe você também, coloque em seu twitter #cruassado ao ver um link interessante de um video, imagem ou algum fato. [comente neste post para participar e receber deliciosas fontes cruassantes em seu e-mail]

Cruassinado por Whyfred